Como se preparar para ser um cientista de dados? Confira 4 estratégias

A evolução do mercado pede que os profissionais se mantenham atualizados. Não se trata, porém, apenas de aprofundar conhecimentos já adquiridos e validados, mas, sim, de repensar um horizonte de possibilidades para ser capaz de criar insights inovadores. É justamente para suprir essa demanda, que exige habilidade técnica e know-how de negócios, que a função de cientista de dados ganha cada vez mais relevância entre as empresas focadas em resultado.

Um amplo leque de possibilidades se abre àqueles que conseguem dominar estatísticas e, ao analisá-las, também estão aptos a encontrar as melhores formas de torná-las aplicáveis e eficientes, gerando retornos expressivos à organização.

Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o universo da ciência de dados. A missão do artigo é esclarecer a função e as competências exigidas para o cargo, inclusive, indicando atalhos eficientes para começar na carreira — obtendo sucesso e reconhecimento. Se você vislumbra a possibilidade de ser um cientista de dados no futuro (breve ou ainda um pouco distante), não pode deixar de ler o post até o final. Bom aprendizado!

O que é um cientista de dados?

O cargo de cientista de dados é relativamente novo e ganhou notoriedade com a forte ascensão do Big Data. Quando as empresas modernas perceberam que dispunham de uma miríade de dados operacionais e de mercado — prontos para serem segmentados, lapidados, analisados e aplicados em atividades estratégicas —, também notaram que careciam de um profissional capaz de transformar os números em insights valiosos.

No início, quando ainda havia certa incerteza e ceticismo, a função coube aos estatísticos e aos que tinham afinidade com linguagem de programação. A escolha se justificava, principalmente, por conta dos conhecimentos requeridos na atividade: organizar, tratar e cruzar informações sistêmicas, produzindo análises e pareceres que fossem pertinentes à realidade e aos objetivos da empresa.

Nos últimos anos, porém, o crescimento da demanda estimulou o surgimento de formações específicas. Hoje, é possível se certificar em ciência de dados (na faculdade ou em cursos livres) e aproveitar as crescentes oportunidades da área.

Ao cientista de dados, portanto, cabem diversas funções importantes ao desenvolvimento e à competitividade corporativa. Entre as funções comuns desse profissional, despontam:

  • levantar grandes quantidades de dados não estruturados e formatá-los de forma a permitir que sejam utilizados no cotidiano operacional;
  • buscar a solução de problemas (ex: queda de vendas, que pode ser decorrente de uma mudança no comportamento de consumo ou de uma sazonalidade típica) a partir da orientação por dados;
  • mostrar sólida compreensão estatística, sendo capaz de executar testes e distribuições;
  • transitar com facilidade pelo mundo dos dados e pela área de negócios, entendendo como conciliar ambas de modo eficaz;
  • identificar padrões, nuances ou tendências que possam embasar o desenvolvimento de estratégias que maximizem lucros e resultados.

Na prática, o cientista de dados tem uma missão complexa e nobre: deve intermediar dois mundos distintos, mas complementares. Enquanto analisa dados numéricos, precisa visualizar as implicações que eles têm na operacionalização do negócio, afetando departamentos e pessoas.

Quais as qualificações necessárias a um cientista de dados?

O profissional de dados é bastante requisitado pelas empresas contemporâneas. Para se destacar, porém, é preciso investir em algumas competências essenciais para o bom andamento das funções corporativas.

Em primeiro lugar, é pertinente que o cientista de dados domine as linguagens de programação (banco de dados) mais utilizadas pelo mercado. É imprescindível, ainda, que tenha afinidade com números e que se sinta confortável fazendo avaliações e testes quantitativos.

O raciocínio lógico é outra qualidade inerente à profissão. Nesse caso, entretanto, não basta que o profissional se aprofunde somente na lógica estatística — é preciso associá-la ao domínio do negócio, entendendo as carências, as necessidades e as particularidades da operação.

Dessa forma, preocupando-se em manter uma visão ampla e coesa da organização, o cientista de dados tem mais autonomia para manejar as informações que tem à disposição, contribuindo para um processo mais orgânico e preciso de tomada de decisões.

Vale lembrar, ainda, que esse profissional não precisa ser um excelente desenvolvedor ou um exímio marqueteiro. No entanto, é imprescindível que saiba um pouco de cada área e tenha segurança para responder pela intersecção delas.

Como começar uma carreira de cientista de dados?

Antes mesmo de recorrer à formação convencional, matriculando-se em faculdades ou instituições de aperfeiçoamento, o profissional deve ter convicção de suas decisões sobre a carreira.

1. Faça uma autoavaliação

Em primeiro lugar, recomenda-se uma autoavaliação crítica e criteriosa. O objetivo é descobrir se os desafios da ciência de dados representam a incitação ideal para o profissional, estimulando-o por vários anos vindouros.

Além disso, é essencial que haja contato constante e direto com o mercado, favorecendo a aproximação com ferramentas (tais como softwares e linguagens de programação) já utilizadas e aumentando a familiaridade com as demandas da função.

2. Explore o networking

Uma boa dica é procurar por profissionais que já exercem a função — via LinkedIn, YouTube e outras redes sociais — e trocar experiências com eles. Além de reunir mais detalhes sobre a profissão em si, é válido buscar conselhos de quem já enfrenta os desafios do trabalho no dia a dia.

Se, depois de um exame completo — individual e de mercado —, a vontade de prosseguir na carreira de cientista de dados foi consolidada, é hora de investir em preparação técnica, comportamental e analítica.

3. Desenvolva habilidades técnicas e analíticas

É necessário, por exemplo, estudar estatística, matemática e tecnologia. A principal dica, nesse aspecto, é focar em uma área. Ao se dedicar a um assunto de cada vez, o profissional evita ficar perdido e deixar de prosseguir em sua formação.

Em paralelo, é fundamental que haja a iniciativa de conhecer o nicho de mercado em que se deseja atuar. Somente ao compreender em profundidade as particularidades do segmento (e do negócio), mergulhando na realidade da operação, é possível emergir com informações de qualidade.

4. Estude inglês

Por fim, vale mencionar um aspecto diferencial: o domínio do inglês faz uma enorme diferença no desempenho do cientista de dados. Como muitos conteúdos da área são estrangeiros, o conhecimento abre muitas portas de aprendizado.

Diante disso, não é nenhum equívoco dizer que a profissão de cientista de dados é repleta de desafios, mas também de oportunidades. A demanda por profissionais qualificados, capazes de analisar criativamente os dados sistêmicos da organização, cresce a passos largos. Considere investir!

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